sábado, 9 de novembro de 2013

OBJETIVOS DA JUSTIÇA

 
No que tange a inter-relação da origem da Justiça no marco inicial da normatividade se observa as circunstâncias que permeiam o homem, o qual teve origem na formulação racional de justiça. Esta formulação supostamente vingou mal articulado. Enraizou-se na sociedade como um condicionamento de interesses que norteia o espírito. Esta suposta má articulação do conceito compõem-se ­não no nível de um espaço não ocupado representativo, mas sem determinação que a represente, cuja qual, se introduz um norte do espírito humano.
Torna-se necessário, diante dessa condição uma atenção e observação crítica no que tange o curso da análise que foi superficialmente desenvolvida. Eis, que é plausível perceber, que os comportamentos humanos que indicam que o ser humano produz o direito e por efeito, produz e desenvolve as normatividades, quase com a mesma voluntariedade natural, no que tange o trabalho de tecelagem de uma a aranha quando produz a sua teia.
Este fato é notório e plausível no que toca o exame de um contexto onde ocorra uma relação interpessoal imutável, ou seja, a relação familiar, originada da polarização sexual. Porém, e pelo fato que os homens dirigem-se até o direito, ou seja, à normatividade, quando o que ele tentava alcançar era o Reino Celeste de Têmis? Surge também outro questionamento o qual se reverte aos motivos que levam o ser humano a apreender a origem da normatividade, quando o que se procura compreender é o marco inicial da justiça?
Estas elucidações deveriam ser simples, já que o que tange a artificialidade das relações humanas se contempla no norte do direito, quando a intenção era buscar a noção justiça. Este fato ocorre devido o direito ser o principal fim permeado pela justiça, ou seja, se resume em uma justiça objetiva­da. Porém, é possível compreender a justiça exclusivamente pela sua trajetória rumo ao seu fim definido? A partir da compreensão das normas é necessário realizar um emprego instigador, para vislumbrar a valoração que esta velada nestas normas e nelas se apresentam. Esta valoração necessita ser ou é uma das faces de Têmis.
O disciplinamento do homem que é observado é um conjunto disciplinar de ações do filho da sociedade no qual já se conseguia perceber involuntariamente a presença de normas. É um disciplinamento exclusivo dos homens, cujo qual, se encontra a complexa racionalização de justiça criando uma múltipla polarização de valores.
Destaca-se, que a polarização que o ser duplamente sábio irá experimentar, não é exclusivamente da justiça. O filho mortal dos céus é um ser racional, ético, moralista e místico supersticioso. Igualmente isto ocorre na relação interpessoal familiar. Pois, se faz presente o contexto extremamente comum de polarização sexual. O poder de Têmis será polarizante, porém, como uma valoração, entre diversos valores. 
Diante deste exposto, quando o ser humano concretiza normas, não as concretiza vislumbrando simplesmente o nível da convivência. Irá, de forma semelhante concretizar normas que possibilite a convivência, tornando perfeita a criatura humana. Estar-se-ão presentes e eternamente no ser duplamente sábio, as polarizações místicas, morais, estética, etc. Visto que, nos pioneiros acontecimentos, estas polarizações conviveram e conviverão sob a influência da polarização sexual. Desta forma, muitas vezes ocorrerá a necessidade de recorrer a racionalização moral e mística para elucidar de forma mais clara os ordenamentos jurídicos ao invés da mera polarização da coexistência e da justiça.  

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