sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

DIAS QUE NÃO ENTENDEMOS


A Natureza levantou armas às anomalias que corrompem seus fios interdependentes, respondendo sob os mesmo critérios daqueles que os afrontam. Sem piedade, convocou seus anjos para caminhar entre seus inimigos e colherem o ciclo existencial destes.
O predador ganhou vida, caminhando entre trevas, ocultado nas sombras de suas vorazes e daninhas presas. Não teme o que vê, pois não poderá ser visto, apenas temidos e implorados a dar a misericórdia. É um demônio que transforma sonhos em pesadelos. Um anjo que não se compreende. Pelo seu caminho, o que era predador agora vira presa. Os lobos se tornam ovelhas a serem abatidas por um ser que não tem rosto, que não deixa marcas. Um ser que caminha ao lado de sua presa sorrindo, sem ser notado.
Ele não respeita a vida, daquele que conspira contra a vida alheia. É um ser que parece ser desprovido de sentimentos, mas que escuta o que não é escutado; que vê o que não é visto; que sente o que não é sentido sem ter sentimentos. Ele é o promotor, advogado e juiz. É a esperança e o fim dela. É o Terror no meio dos propagadores do caos.
O predador não pode ser parado, nem condenado, tão pouco subjugado. Pois, ele será o tigre no meio do cárcere, caçando touros. Deve ser reconhecido como lenda, um Anjo da Morte que caminha entre os inimigos da Ordem. Ele não se vangloria, porque a presa caçada e existencialmente interrompida, não é digna de trazer a glória, isto ocorre, porque ela nunca a carregou, mas poderá carregar, quando o extremo caos reinar e a cíclica revolução raiar.
O predador é um inofensivo Copo de Leite, bonito, elegante, discreto, que esconde em suas inocentes pétalas brancas as suas toxinas, que assim que tocado pela boca de um conspirador, este viaja por sua existência, e se redime num leito de perdão cármico.
O predador é um guardião, caçador e exterminador que interfere no ciclo existencial das renegadas anomalias sociais em suas variadas e diversas manifestações que impregnam e infestam o planeta.  
Justiceiro? Mas o que é justiça?
Malvado? Mas o que é maldade?
O legionário não se guia por conceitos nem pelo o que é certo ou errado. Mesmo sendo isto um conceito. Norteia-se pelo que acontece e prejudica o ciclo da vida. Ou seja, pelo aquilo que põem em xeque a sua sobrevivência, que a propósito, é a mesma que nos permite viver. Este é o espírito proibido do anjo predador. O espírito que se oculta no lado mais sombrio do ser, e que se liberta quando a hipocrisia, não mais sustenta seus interesses morais e éticos. 
Este não é o um espírito que se deva deseja possuir, mais é uma alternativa terminal a aceitar, rebelde, insurgente dentro de um contexto onde lendas e mitos criaram vida. E sobre a Terra resolveram caminhar, para trazer a escuridão definitiva em um mundo onde o caos e o terror já tomaram naturalmente conta. Fazendo dele o seu Império; seu Estado; seu domínio.  E das pessoas seus súditos e fonte de existência.
Um inferno paraíso particular dos seres humanos. Que muito rapidamente se afasta do controle do supremo bem celestial como também do supremo mal! Uma nova era rompe o horizonte. Totalmente séptica e carregada de conhecimento, mas desprovida de sabedoria. Intelectualmente ignorantes. Um mundo que não interessaria para qualquer reino sobrenatural, se é que eles existem. Pois, significa o começo do fim, e o fim do começo. O desequilíbrio das forças elementares do Universo. Uma nova ordem de poder anárquica, que “destrói para sobreviver”. Que se contradiz e muda de direção tão rápido quanto o vento. Do mal tirando proveito e do bem fazendo fortuna. Eliminando propositalmente do vocabulário a ideia condicionada do bem e do mal. Se aproveitando por interesse de uma condição real única denominada “consequência e consciência”. Que não traz o mal e tão pouco o bem, porque isto realmente não existe, mas se torna uma boa ferramenta se bem utilizada nesse período que o homem vive. Quando realmente algo existe, fingem desconhecerem para não interferir em seus íntimos interesses. Por que tudo isto é um acontecimento natural teorizado e pré-determinado com possíveis variáveis!
Loucura profana? Então o que vemos é ilusão?
Não leram nada ainda! E tão poucos vão temer algo assim até verem o que não é para ser visto. Porém, já sentem no cotidiano vital o caos tocá-los,...
Eis que os homens da raça de ferro deixaram florescer o seu pior lado de  predador! Dominaram o segredo da vida, tornaram-se “deuses”. E da vida cotidiana, a tornaram tão agitada e evolutiva, que os leva ao regresso. A barbárie não é mais uma expressão capaz de explicar tão objetivamente o que ocorre nestes tempos (Tempo: invenção humana sem fim e nem começo, que dá uma perspectiva de passos até a morte física ou “material”).
Nesses tempos os homens de ferro perderam seus sentimentos, restando apenas o instinto natural de sobreviver (nascer, crescer, procriar e morrer!), e o artificial de viver (enriquecer, alcançar poder, ser famoso). O conhecimento tornou o homem ignorante (é tão notório, mas que poucos observam e por este motivo que isto deve ser repetido).  Pois, sabem de tudo e explicam tudo! Porém, desconhecem a sabedoria mesmo tendo criatividade. Como se criatividade e inteligência, fossem sinônimos de sabedoria. Mas se houver interesse que assim seja e provavelmente assim será. Eis, que é o homem que define o que melhor se adapta a sua realidade.
Um mundo técnico, de luxo e prazer viciado. Sem passado! Eis que o passado morre com a evolução. Desaparece o que não é interessante para não contaminar a nova ordem. Para ocultar o que notoriamente ganha outro nome e novas configurações. Que poucos verem, mas se calam. Caso contrário, ocorre um assassinato: o da credibilidade de quem vê e fala. Pois, a sociedade não quer mártires. E sim, paranóicos sem alma.  
Ativistas, reacionários,... para o “Estado de Interesses” (uma instituição que não existe), estes são libertinos! Os seguem quem bem entendem! Pois, não existe um “contrato-social” entre homens. E sim uma “moda nova”, um estilo hipócrita de expressar-se que está preocupado com algo de “interesse” comum!
Muitos poderiam dizer que Lúcifer esta por traz disso tudo. No entanto, quem é Lúcifer nesta época? Quem é Deus? Os homens não os reconhecem em suas essências como deveria. E esta nova concepção os enfraquece para “tomar qualquer providência”. Pois, o mal não existe sem o bem e o bem não existe sem o mal! Mas na Terra os homens estavam provando o contrário!
Isto não é ficção, é o mundo que todos percebem, mais por falta de coragem, repercussão negativa, hipocrisia ou cegueira, não admitem. É a influência da domesticação social, que cria uma espécie de “genjutsu” (palavra mais apropriada para a explicitação desta situação que significa técnica de ilusão (fictícia) a qual confunde e enganam os cinco sentidos: paladar, olfato, visão, audição e tato). Criando uma realidade necessária e insubstituível de sobrevivência e moldando limitações nos caráter dos seres. As quais os impedem de realizarem uma atitude grandiosa a ponto de salvarem a sua sobrevivência a  de seu semelhante sob uma direção de uma nova alternativa de sabedoria, harmonia existencial e de progresso real e não plausível sob a luz de interesses de um grupo lendário.
Esses dias são o passado,  presente e o futuro em um contexto único.        

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

CEGA HIPROCRISIA


REBELDES HIPÓCRITAS

Independente de pensamentos carregados pelos seres humanos, a princípio todos imaginam um lugar ideal para viver. Alguns guardam suas ideias para si. Outros os expressam pelos mais diversos meios de comunicação. Em síntese se busca contribuir para melhorar o lugar que vive.
Porém, existem os omissos, os hipócritas e os que compartilham estas duas imperfeições da personalidade no contexto da expressão de suas atitudes cotidianas.
Não é segredo que convivemos com uma realidade corrompida por diversos tipos de problemas. Alguns desses problemas são pequenos e simples de resolver, outros já se radicalizaram, pois ganharam forças com a acumulação dos pequenos problemas não resolvidos. Os quais em sua gênese poderiam ter sido solucionados desde que não tivesse ocorrido a omissão em virtude do infeliz habito cultural de “tolerar o errado para não se incomodar”. No entanto, no contexto da ação e reação o incomodo inicial só é adiado. Porém, quando retorna ele não volta insignificante como estava inicialmente, mas fortalecido.
Porém, a omissão geralmente aparece de mãos dadas com a hipocrisia. Pois, justamente os que mais se omitem, que burlam a lei e vivem no contexto do “jeitinho brasileiro”, são os que mais gritam por ordem dentro de um discurso argumentativo filosófico sedutor. É uma contradição de ação pratica em relação ao pensamento que defende.
Isto sem contar que quando o problema estoura, os hipócritas são os primeiros a apontarem culpados, que a princípio foram os omissos que para não se indisporem não os denunciaram ou não tomaram a devida ação quando o problema era pequeno.    
Dentro deste contexto surge o questionamento, será que o hipócrita omissivo possui a consciência que ele colabora contra a ordem e sonho que tanto deseja? Ou faz parte do grupo, “faça o que eu mando mas não faça o que eu faço”?
Este texto é uma reflexão tangida pelo questionamento: “eu tenho problemas, o mundo tem problemas ou eu sou o problemas?”, que contemplei no contexto de um curso de capacitação para professores de escola pública. Onde observava que os “colegas” de profissão que mais gritavam por direitos, ação do Estado, melhoria na Educação e assuntos de relevância do gênero, eram os que carregavam o hábito de ser faltoso, politiqueiro, parcialmente inepto ao exercício do magistério e funções administrativas e que não possuem a consciência que o professor público é o Estado de fato (um braço).
E o mais agravante é ter o conhecimento que estas pessoas quando denunciadas por colegas se revoltam e acham que estão sendo perseguidas. Porém a grande verdade é que desconhecem o Artigo 320 do Código Penal, que tipifica como crime a omissão do funcionário público que não denuncia o ilícito de seu colega, independente se o crime foi grande ou pequeno. Pois, são as pequenas irregularidades quando somadas, acabam se tornando um grande transtorno.
O texto formulado não é para defender grupo A ou B, mas para ser objeto de reflexão em todos os setores da sociedade. 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

OBSERVAÇÃO?



Adentrei no universo das suposições e hipóteses e imaginei uma realidade fictícia onde reflito sobre a credibilidade das críticas. Pois, se levar em consideração que toda opinião sobre uma circunstância que envolva o universo estatal é contaminada por interesses diversos norteados por filosofias, preferências políticas,... Então imaginei uma situação onde alguém busca tirar proveito disso. Seja política, social ou economicamente. Porém, como tirar proveito de problemas que envolvam o poder público e cair na graça do povo, para alcançar o poder?
Um dos meios mais eficientes é a comunicação, não importando o veículo utilizado. Pode ser através uma coluna como esta que estou escrevendo; pode ser através de um livro, revista, jornal,... Porém, a comunicação escrita não é eficiente, porque possui um público limitado segundo pesquisas que confirmam que a maioria da população não gosta de ler e quando se interessa em ler, interpreta conforme é norteada a interpretar não refletindo sobre o que lê. Porém, existe um meio eficiente de transmitir interesses e lavar a cabeça de muitos entre o povo. Ou seja, o radio e a televisão.
Nesta suposição de hoje, imaginei mais além, ou seja, contemplei um lugar cheio de problemas, mas com esforços de sua administração para o melhorar e solucionar os mesmos, independente da qualidade ou se estes esforços são suficientes ou deficitários. Porém, neste mesmo local existiam emissoras de televisão e rádios, que atingiam outras localidades. Muito parecido com a realidade da capital.
Por muitos anos estas empresas de eficiente comunicação popular, serviram a população, denunciando, ajudando, informando,... Muitos de seus funcionários ganharam credibilidade e respeito social a ponto de se tornarem a última palavra em todos os assuntos, mesmo não sendo competentes tecnicamente nas áreas que envolvem suas opiniões. Pois se fiam no direito pétreo constitucional da liberdade de opinião. Em virtude disso, se tornaram populares o suficiente para pleitear uma vaga de autoridade. Muitos lograram êxito. Porém, chegando ao poder descobriram que é melhor encher o povo de esperança do que enfrentar a burocracia legal e a verdadeira realidade de ser uma autoridade. Ou seja, não realizaram nada do que cobravam enquanto com o microfone na mão.
O ápice dessa época passou, e muitos “heróis” foram desmascarados e não mais acenderam ao poder. Porém, contemplaram e mantiveram um estilo de vida, incompatível com a realidade fora do poder. Diante disso, “maquinaram” e criaram uma estratégia  para prover seu sustento e até alavancar um caminho novamente para o poder. Eis, que começaram atacar as administrações estatais onde as ondas de suas emissoras alcançavam. Transformavam situações simples em um grande show! Como consequência, muitas administrações foram indiretamente forçada a patrocinar estas, em troca da não divulgação em forma de “show” dos problemas que envolvam suas respectivas cidades.
Porém o tempo passou e a crise econômica bateu na porta de muitas dessas emissoras. Ocorreu uma radicalização da forma de passar informação. Perguntas bobas: “Ei prefeito, o que ta acontecendo?”; influencia sobre a população percebida quando populares usam: “...se vocês não fazerem tal coisa, eu vou chamar a reportagem,...”. Em contra partida, a administração pública, conhecedora desta estratégia, tentou contornar, mas a democracia é feita de votos e o voto floresce no meio da população leiga. E a velha pratica agora alimentava a subexistência da emissora e não apenas o “crédito” do potencial candidato.
Mas algumas pessoas perceberam a hipocrisia. Mas como lutar com quem controla o leigo?
Já longe do devaneio, pensei: “por sorte que as coisas não são assim no mundo real”!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O MAL USO DOS CONHECIMENTOS DOUTRINÁRIOS, FILOSÓFICOS,...

O despertar de um raciocínio forjado no seio das observações. Nem sempre são guardados por palavras escritas, para na posterioridade promover futuras reflexões e um correto uso.
O grande problema são que estes pensamentos ganham o mundo de forma inusitada. E quando se percebe elas se perdem no universo da interpretação.
A pesar de ter existido uma preocupação em se manter o conjunto desse livro proibido. De repente ele se dispersa em fragmentos. Os quais não consideram os entrelaçamentos que ele possui para ser contemplado. É por este caminho então que os pensamentos se tornam perdidos.
Um dia eles partiram de sua fonte. E carregado de raciocínios imperfeitos ganharam o vento em uma tarde de inverno. Nada se assemelhavam aos pensamentos evoluídos e em constante metamorfose presentes neste pequeno mundo.
Os pensamentos que se perderam até tinham um objetivo, uma explicação e até um limite. O problema é que eram contraditórios e contaminados pelo ódio e a vingança. Buscavam o caos, para equilibrar com um novo começo as ações humanas. Era um manual de conduta (condicionamento), uma ideologia ocultada e criada involuntariamente que corrompe o livre-arbítrio e inflexível. Pois, não poderia evoluir. Eram pensamentos que não atendiam naquele momento, o que realmente se gostaria de alcançar.
Mas mesmo assim o “Livro Negro”, fugiu naquele dia. Para onde foi ou o que aconteceu com ele não é possível saber. Mas de certa forma esta se propagando porque é notória a sua presença nas ações de certos grupos e pessoas. Que evoluíram, mas que ainda tendem a possuir essência imperfeita típicas do estado inicial desses pensamentos.
Talvez um dia ele volte para sua fonte. No entanto, já é previsível que ele se reproduziu. E seus clones continuarão circulando e procurando hospedeiros. O problema é: o hospedeiro possui a sabedoria necessária para refletir de forma profunda e em lato sensu e em um contexto de observar que o “Livro Negro” era apenas um rascunho em processo de evolução devido as consequentes metamorfoses da realidade e sua contemplação?
O Livro Negro é a essência maléfica que forjou o norte a ser corrigido das ações humanas. Pois apesar de existir um antagonismo artificial e condicionado o contemporâneo Livro Proibido é uma reflexão não terminada imperfeita que precisou explorar o que é condicionado como mal para encontrar sua gênese e dela retirar as respostas mais próximas da realidade para justamente conter sua propagação abusiva em um universo de ação e reação extremamente ampla.
Neste sentido o Livro Negro e sua evolução atual, assim como os pensamentos que se perderam são a expressão de tudo repudiado pela humanidade. E é por esta essência ser tão notória e presente, que estas palavras proibidas podem ser interpretadas a fundamentar um suposto mau uso delas. Pois, são utopias no papel, mas reais denominadas com outros nomes.          
Foram através dos caminhos da utopia, que um dia o homem olhou para o céu e invejou os pássaros, imaginou como seria voar, desbravar o manto celeste. Por milênios, idealizou um meio de fazer isto, idealizou vários experimentos que até deram frutos como o balão por exemplo, no entanto, apenas no finalzinho do século XIX depois de Cristo, que o ser humano conseguiu realizar este sonho antigo. Foram dias de glória, que apontava para uma nova era nos transportes, como posteriormente ocorreu e vem se desenvolvendo, a ponto de levar o homem até a transcender o véu azul celestial. No entanto, a máquina voadora criada no século XX por Santos Dumont foi utilizada posteriormente também para a guerra.
O ser humano é uma criatura com o dom de transformar seus pensamentos abstratos, em formas concretas. Objetiva geralmente melhorar o meio em que vive. Busca corrigir as imperfeições do que esta dando errado. Porém, estamos falando do que o ser humano cria. Sendo assim, várias são as imperfeições que se desenvolvem de suas criações, justamente por ela carregar a condição de se adaptar aos interesses dos seres da quinta raça. É inevitável negar esta essência volátil de um pensamento, invenção, ação e interpretação do mundo. Mas é um dever perceber esta ocorrência, e a partir disto buscar explorar o que de melhor se produz para o bem comum universal.
Neste contexto verifica-se que estas supostas concretizações dos pensamentos, possuem dois lados apenas, que a principio são antagônicas. Porém, como contemplar o mecanismo da passividade de uma essência que pode atender a estes dois lados de forma a se encaixar perfeitamente nos interesses de quem o propaga e o recepciona?
Uma resposta possível a isto, mas complexa, diz respeito ao fato de desenvolver algo, que supostamente quebre o padrão antagônico e conscequentemente crie algo realmente novo. Porém, um pensamento complexo assim, esbarra no condicionamento humano, que prefere o ver como utopia, ao invés de transformá-lo realidade. E mesmo ele estando no contexto de ser utópico, ele já recebe uma valoração dentro do universo do antagonismo (bom ou mal).
Em um mundo onde as noções condicionantes de bem e mal, dominam a recepção humana da realidade, se torna um desafio expor uma nova forma de visualizar o horizonte. Da mesma forma, se caminha pelo mundo dos riscos, onde o que é bom, pode ser transformado em mau e vice-versa. Tudo vai depender da interpretação feita do que se expôs, como também vai se relacionar diretamente com a intenção, conhecimentos, sabedoria e interesses que cercam a pessoa que interpretou tais pensamentos.
Mas a grande questão é: como o Librorum Prohibitorum será usado e para que propósitos? Não existem respostas, apenas perspectivas formuladas dentro de um conjunto de fatores. Onde o homem, seu condicionamento e seus interesses, são os principais vetores, de uma equação sem lógica.
A consciência oculta dos seres humanos, o faz um ser subversivo, no entanto, isto só se concretiza, se o ser por em pratica o que pensou ou se suas ideias forem levadas pelo vento, até achar alguém que as coloquem em pratica.
Mas o problema não está em concretizá-las, mas como serão interpretadas, recepcionadas e utilizadas. Pois, o que se deve considerar sobre isto, diz respeito que o fruto do homem é imperfeito, da mesma forma se compreende a ação. Sendo assim, não existe pensamento bom ou ruim, mas sim, o que a interpretação assimila desse pensamento, como também é relevante observar, a forma que é recepcionada e posteriormente a que interesses poderão servir.
Ocorre um grande engano por quem superficialmente analisa que um pensamento nasce para um propósito no imperfeito mundo dos homens, mesmo sendo absoluto seu objetivo idealizado. Eis, que isto foi trazido à tona, para demonstrar que por mais bem intencionado que seja um pensamento, o ser humano, consegue o adaptar para atender um interesse, muitas vezes distantes do que se buscava originalmente, pelo criador original do raciocínio.
Não existe uma convicção se isto é bom ou ruim, pois, como já foi observado não existe um estado absoluto e real de bem ou mal, existe sim, uma convenção do que é plausível ou não para a sociedade em um determinado período.
Diante deste exposto, novamente se faz um alerta para uma reflexão: a que propósitos, os pensamentos contidos neste Librorum Prohibitorum atenderão?
É da natureza do homem duplamente sábio desvirtuar e corromper involuntariamente ou voluntariamente o que outro ser humano cria. Os motivos que forjam esta ação são diversos, mas os mais notórios são sempre aqueles que buscam atender um interesse especifico. E diante desse interesse que ocorre a recepção do pensamento e não de como o interesse deverá ser recepcionado pelo pensamento abordado.
A História da humanidade é a maior prova dessa ação humana. Eis, que se observarmos o contexto religioso, observaremos a ação contraditória do que prega a doutrina e a forma como ela é utilizada. Superficialmente, parece que é a doutrina a grande vilã, mas na verdade é o seu manipulador. Pois, apesar possuir um estado de infalibilidade, o homem não a torna flexível para corrigi-la. Ou seja, quem faz a doutrina é o homem, quem aplica é o homem e quem deveria concertá-la deveria ser o homem. Mas o que ocorre, é um grande aproveitamento das lacunas de um pensamento em prol de interesses de alguns.
A Igreja Católica sofreu um suposto forte revés em seu passado, justamente por praticar isto, por desvirtuar os ensinamentos de seu mestre maior, em proveito do poder. Por este motivo, ocorreu a Reforma Protestante, que questionou justamente as contradições existentes na doutrina católica em relação as suas ações na pratica.
Surge então a corrente doutrinaria luterana. Que foi o estopim para o surgimento de outras doutrinas cristãs, porém, com o tempo começaram a se desvirtuar da ideia questionadora principal expressada por Martinho Lutero, John Wyclif e Jan Hus. Um relevante exemplo foi a forma como surgiu o a doutrina Anglicana, que superficialmente se desenvolveu sob o pretexto da possibilidade de as pessoas poderem se divorciar e casar novamente com a benção de um sacerdote, (ação não permitida pela Igreja Católica), mas que de forma mais velada, serviu realmente para diminuir o poder da Igreja Católica na Inglaterra que interferia em assuntos reais e no desejo da nobreza em se apropriar das terras da Igreja Católica.
Já outras doutrinas cristãs foram recepcionadas por interesses burgueses, porque estas não condenavam o lucro. Ou seja, as doutrinas nascem com o objetivo do bem comum sob o ponto de vista de seu criador mortal, porém, se transformam em “bem” em prol de um interesse de um grupo. Isto causa consequências, que variam desde conflitos sangrentos até preconceito sem uma lógica mais apurada. Um grande exemplo disto foram os efeitos de como as disputas religiosas se desenvolveram na Inglaterra, pois, o simples fato, da religião do Rei, dever ser seguida pelos seus súditos, já causava conflitos. Os quais tem efeito até a contemporaneidade. Ou seja, um católico, não é bem recepcionado em um bairro ou rua protestante da Inglaterra ou vice-versa. Dai vem a questão: Jesus Cristo, inspirador do Cristianismo, pregava o preconceito entre “doutrinas cristãs” ou pregava a união dos povos? Cristo expressou uma “doutrina” única, ou apenas incentivou a fé, a paz entre as pessoas, o amor, o perdão,...?
Neste contexto de irracionalidade, percebemos que a ignorância não esta apenas no ser, mas na manipulação doutrinária, que faz o homem de bem, assimilar a ação de repudiar a doutrina como um ato de repudio a Deus. Mas, a doutrina não é Deus. Quem questiona a doutrina, questiona a Deus ou aos homens que se beneficiam dela? Será que Deus, realmente quer que o homem possua uma fé cega, se ele propiciou ao homem a inteligência e a criatividade? Pelo que é pregado nos livros sagrados não.
O mesmo ocorre no Islamismo, onde o principio da Jihad, é concebido pelos radicais fundamentalista, como uma ferramenta para atender seus interesses políticos. Não é visto como Maomé recepcionou da inspiradora voz divina.
A religião fornece os melhores exemplos de interpretações cegas e carregadas de interesses a serem identificados, mas isto não pode ser utilizado como fundamento para a negação de um ser sobrenatural místico, já que, a interpretação e a manipulação doutrinária são feita por homens e recepcionadas por eles. Da mesma forma, que não deve destruir seu criador. Mas sim, identificar o mau uso dela. Porém, o que se vislumbra é o contrário. 
Em um contexto mais abstrato, ocorre o mesmo com as teorias cientificas, no entanto, o formato em que são elaboradas a tornam muitas vezes inquestionáveis com superficiais e falaciosos argumentos. Isto sem contar que o fanatismo e a cegueira colaboram ainda mais para com o desvirtuamento do contexto original, no que tange interesses pessoais. Basta retroceder aos pensamentos político, social e econômico de Karl Marx, os quais foram utilizados para fundamentar ditaduras, e não para serem utilizados no sentido de amenizar as desigualdades sociais e problemas causados pelo capitalismo. Porém, os fanáticos pelo marxismo, chegam a criar ideologias e teorias que ligam o marxismo na interpretação de outras ciências, (“a visão marxista na Educação Física”, por exemplo).
Tudo bem, que as teorias se espalham com o vento, inspirando a visão sobre outras, mas será, que Karl Marx teceu pontos de vistas sobre outras ciências, religião,..., a ponto de ser interpretado desta maneira, ou é uma forma velada de propagar a ideologia marxista em setores não abrangido por Marx, mas que por interesse de imposição desta visão ocorre um desvirtuamento de seu pensamente, nestes sentido?  Pois, o homem vê somente o que quer ver, e o qualifica conforme a sua razão íntima, forjada sempre por um passado.
O grande problema do homem foi observado por ele mesmo, ou seja, “o homem destrói o que não entende”. Deixando a literalidade das palavras e analisando dentro de um contexto mais abrangente, é possível chegar a condição, que a interpretação que o homem faz de um pensamento, de uma ação ou de um fato, nem sempre é destruído por ele porque este supostamente afronta a tudo e a todos na sociedade. Mas, sim, pela forma como ele interpreta e usa este pensamento, ação e circunstancia a seu favor. Diante disto, se percebe que realmente o ser duplamente sábio, destrói o que não entende, porém, dentro da perspectiva que melhor lhe interesse. Seja isto de forma voluntaria ou involuntária. Resumindo, não existe um monstro, é o homem que o cria e muitas vezes o domestica para lhe prestar serviços.    
O conhecimento, sempre foi subversivo quando mal utilizado, talvez seja por este motivo que os saberes mais profundos eram restritos as elites dominantes na antiguidade e até a bem pouco tempo. Como também, foi através dele que o poder se construiu. Independente de lado, o conhecimento é e sempre será uma arma. Contemporaneamente, o conhecimento se tornou um adestramento dos ignorantes. Pois, acham que estão recebendo liberdade, quando na verdade estão sendo cegados por ideologias, ou seja, se vive em tempos onde o conhecimento para fundamentar o poder, se contra põem a ideologias que querem chegar ao poder. E quem percebe isto, é taxado de ignorante.
A realidade deve sempre ser contestada, nunca manipulada. No entanto, o que hoje é contestação, é na verdade a defesa (exploração indireta)  de um grupo muito grande de pessoas humildes, que vai ser os tijolos de construção da escada que leva um grupo pequeno a se isolar no poder e se procriar enquanto estiver lá. No entanto, o povo que os levou até lá, serão tratados da mesma forma, só que em um cenário diferente. Ou seja, se encena que a realidade mudou, e o povo acredita sem estar realmente vendo isto.
O conhecimento sempre foi livre, porém com regras a ser seguidas rigorosamente. Caso contrário aparece um ser, manipulado ideologicamente, fundamentado sua credibilidade em diplomas, e se aproveitando desta superficial e artificial credibilidade, para começar a propagar conhecimentos que se contradizem com que ele um dia objetivou para um mundo melhor, mas se quer percebe estas contradições, já que elas se ocultam em um contexto simples demais para seu intelecto superior captar e aceitar.              
Com os pensamentos presentes neste Livro Proibido, poderá ocorrer o mesmo, e este é o grande temor. Pois, a última coisa que estas palavras devem sofrer, é a propagação cega, desvirtuada e condicionante. Ou seja, seria uma enorme contradição, já que estes pensamentos combatem estes meios de transmissão de conhecimento.
Diante disto, na perspectiva que um dia estes pensamentos ganhem asas, é criado neste momento um selo, o qual toda vez que for rompido seu verdadeiro objetivo, as palavras criadas pela anomalia desvirtuadora, percam o sentido e caiam na descrença. Este selo possui efeito toda vez que for encontrada uma contradição de entrelaçamento da ideia matriz com a sua reinterpretação no contexto das futuras e necessárias correções, pois, a evolução do ser só cessa na eminência de sua extinção.

Porém, isto não é fácil perceber. Mas, o verdadeiro Guardião do segredo do livro, rapidamente observará estas imperfeições, eis que, o livro lhe fornece ferramentas para identificar a manipulação de suas palavras em prol de um interesse obscuro. É da natureza desse pensamento, não existe forma de burlar isto. Mas, a infalibilidade é utópica, já que, este livro foi feito por um homem, e lido e interpretado por outros.       

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

LATROCÍNIO


Outro crime derivado da ganância é o latrocínio, o qual se tipifica como o ato praticado por quem comete homicídio, planejado ou não, para roubar. Sentimento da ganância, inveja, desejo, vício..., não controlado, um ato injustificado, provocado mas não ligado a condição social, mais a ganância de ter ou conseguir um objeto de valor para alimentar um vício, status social, desejo de luxo,...
Esta ação alimenta outros universos, que trarão mais mortalidades de pessoas que legalmente conseguiram a custa de muitos sacrifícios realizarem seus sonhos de consumo ou de necessidade especifica. Por efeito a sociedade por segurança abre mão de parte de suas privacidades e liberdade, ou seja, as pessoas de bem se enjaulam em suas próprias casas. Um contexto contraditório, pois quem deveria perder a liberdade e estar enjaulado deveria ser o criminoso.

O latrocínio se tipifica em uma ação que vai além do objetivo de roubar, pois ele atenta contra a vida, já que o ser humano perde o bem material e a irreparável perda do bem espiritual. É logico que os incidentes de morte ocorrem geralmente por reação da vitima que inevitavelmente sente sua honra afrontada e o resultado de seus esforços de vida serem tomados sem nenhuma consideração. No entanto, o bem material pode ser recuperado, já a vida,... 

domingo, 26 de janeiro de 2014

O USO E COMÉRCIO DE ENTORPECENTES ILEGAIS

O tráfico de entorpecentes ilustra bem o universo da exploração do homem pelo homem, pois se considera entorpecente toda substância que vicie e pelo mais breve uso e cause alteração de forma nociva e irreparável na saúde e na estrutura genética do ser humano. É definido, como tráfico o comércio, transporte, recepção, produção e a exploração visando lucro ou não, de substância entorpecente ilegal, e classificada como nociva a saúde e a estrutura genética humana. Quanto ao transporte e recepção ilegal, será considerada a condição de transportar e recepcionar entorpecentes ilegalmente em qualquer situação que não envolva fins legais como os científicos, por exemplo. E quanto a ideia de usuário se considera um usuário, o ser humano, que faça uso esporadicamente ou constantemente de entorpecentes classificados como ilegais. Pois, ele é o principal receptor de entorpecente, é ele que sustenta financeiramente este comércio ilegal.
Diante destas definições, se tecera uma de muitas observações de como o universo das drogas ilegais conspiram dentro do ciclo da vida e contra a própria Ordem.
O primeiro agravante começa na produção do entorpecente, pois a matéria-prima para a fabricação da maioria das drogas conhecidas e populares necessitam serem plantadas. Sendo assim elas competem com plantas que serviriam para alimentar a população, pois o plantio da matéria prima para se tornar droga, vai ocupar um pedaço de terra fértil e produtiva que desde o tempo da pré-história, se reserva a dar condição para plantarem vegetais que virarão alimentos e garantirão a sobrevivência das gerações de seres vivos. Neste contexto a droga já da uma parcela de colaboração para a produção da fome, que mata muitos seres vivos no mundo e para a indústria da fome, que tira proveito disso. O traficante por sua vez, cria uma rede que financia com o dinheiro que arrecada explorando o vício, o crime organizado em toda sua ramificação. Além de concentrar grandes fortunas em suas mãos, dificultando a distribuição de renda, o que provoca o empobrecimento da população onde muitos integrantes desta população empobrecida, se revoltarão com sua condição e partirão para o mundo do crime para sustentar suas próprias ganâncias e luxos desnecessário, imposto indiretamente pelo sistema capitalista. O transportador e o receptor, são os que na disputa de mercado consumidor trarão o terror para toda a comunidade onde se instalarem. E o usuário é o financiador deste sistema que com sua mais insignificante compra, provem recurso para a sobrevivência do sistema. Além disso, o usuário sob o efeito da substância entorpecente, pode provocar transtornos de todas as espécies e níveis de perigo a outras pessoas, tendo também como destino o comprometimento de quase 85% de sua capacidade de produzir filho saudáveis e normais dentro do padrão humano. Pois, isto se dá devido as alterações que a “droga” causa na estrutura responsável pela transmissão dos genes para as futuras gerações, além de danificar estes genes.
Outro problema relacionado aos entorpecentes injetáveis é a grande probabilidade de que os usuários compartilhem seringas, e por este motivo se infectem com doenças graves, tornando-se propagadores involuntários de doenças, ocasionando um ônus a  mais para a saúde pública, que terá que ser resolvido o mais rápido possível pelo governo, que em consequência onerará ainda mais o bolso dos contribuintes do Estado, para atender este problema.  
Como é notório, o envolvido no universo das drogas não deve ser tolerado, pois, ele é um câncer e anomalia ao mesmo tempo, a qual o ciclo da sobrevivência humana não consegue absorver dentro das perspectivas do provimento a vida  humana.  Ou seja, ou ela elimina este elemento, ou o câncer a destrói, provocando uma revolução promovida pela ação da Natureza. O que convenhamos é extremamente radical a vida. 
Diante disto, o processo de eliminação deste problema é o apoio as campanhas antidrogas, a conscientização das crianças, tentativa de recuperação de usuários, pesquisa no desenvolvimento de uma substância que funcione como uma “vacina” contra o vício e na pior das hipóteses rompimento do ciclo vital dos usuários sem nenhuma piedade e dó, dentro de um processo legal que parcialmente existe no mundo (pena de morte), mas que é muito discutido, como também, deveria ser criada uma Lei que proibisse que o usuário de drogas de se reproduzir (ter filhos), já que, se levar em consideração que o alcoolismo é hereditário, imagine o uso de entorpecentes proibidos(...).  Pois, sem usuário o mercado diminui e os próprios traficantes se exterminam, e os que sobrarem que o anjo da morte caminhe entre eles. Além de procedimentos de combate justos antes da ação radical sobre os que defendem o uso de entorpecentes. 

sábado, 25 de janeiro de 2014

CORRUPÇÃO


Existem vezes que da ganância deriva a corrupção, seja ela passiva ou ativa. Neste contexto, alguns seres que representam a digna classe dos policiais, juízes, promotores, políticos e servidores públicos gerais, que deveriam por lei protegerem e organizarem os homens tornam-se hipocritamente nocivos a sociedade, pois são corruptos.
Nesta concepção, se demonstra que funcionário público é a pessoa que desempenha uma função pública na administração direta e indireta, prestando serviços e organizando a sociedade nos seus mais variados setores, que se configuram como: saúde, educação, infraestrutura, justiça, segurança, administração, fiscalização e representação. Sendo assim se verifica a extrema ligação que estes elementos possuem com a ordem social e por efeito com o próprio ciclo existencial humano. Por exemplo: o policial possui como função a segurança do cidadão, coagindo e repreendendo as ações ilegais, investigando, conscientizando, prendendo anomalias, cuidando do patrimônio público e privado, colocando a sua vida em risco em prol de pessoas que nem conhece,... Ou seja, é o policial o responsável pela proteção do cidadão contra a ação daninha de um outro ser humano. No entanto dentro da categoria dos policiais, existem aqueles que não seguem o código de ética e de deveres de um policial, pois, facilitam a fuga de criminosos, vendem informações, fecham os olhos para certas situações, perseguem colegas policiais que estão cumprindo com o seu dever, fora outras situações que alimentam o crime, fazendo o mesmo aumentar. Não precisa tecer um longo comentário para explicar como estas ações são daninhas ao ciclo existencial humano, já que elas por efeito geram o aparecimento de um predador (um elemento indeterminado que pode ser desde um humano a um evento natural,...). Pois, os que possuem o poder legal para combater as ações condenáveis dentro da sociedade estão corrompidos ou se encontram ineficientes pela erva daninha que corrompe a estrutura da instituição que representam.
O problema é que isto gera seres com sede de vingança (o predador), que buscarão o rompimento do ciclo vital de falsos policiais e anomalias ligadas a ele, com rigor e crueldade, entendendo que não basta tirar a vida. Tem que fazê-los sofrer antes do momento final. Porém, o ataque a um membro da polícia por mais sujo que este esteja é um atentado a própria polícia, e aceitando ou não, a função da instituição  é defender quem é bom ou ruim. Mesmo achando certo ou não. E ainda lembrando que dentro da categoria não é só um que pode estar corrompido, mais outros, então a reação policial poderá ser maior, já que quem pode estar comandando as investigações, possa ser um policial corrompido, que estará cumprido o seu dever e ao mesmo tempo defendendo a sua pele. Esta é a situação. Neste contexto o cidadão cedente de “justiça” se torna bandido perigoso, por causa da bandidagem.
Diante disso é possível perceber que o Câncer é contagioso. Transforma pessoas boas em anomalias.           
No entanto, as vezes a ganância e os interesses chegam onde não deveria, ou seja, no poder judiciário. É notória a importância do operador do direito dentro da sociedade, já que eles são responsáveis diretos pelo funcionamento da justiça. Ocorrendo a corrupção dentro destas frentes, ocorre o mesmo que alguém dizer: “ser daninho na sociedade é crime, mas para você eu vou fechar os olhos”. É este o terrível fato que ronda a sociedade, quando um juiz vende suas sentenças. Pois, “facilita” a vida de bandidos, dando a entender que a liberdade e os erros cometidos possam ser pagos com dinheiro ou favores, e por estes motivos podem ocorrer livremente. Dentro deste exemplo, se cria a perspectiva, do “não vai dar nada!”, pois a polícia prende, e depois tem que soltar, o processo corre e de repente é extinto, some, ..., resumindo, não deu nada. A única coisa que ficou foi a dignidade rasgada de quem foi assaltado, a dor de quem perdeu um filho para o tráfico, o ódio de quem viu sua filha ser violentada..., e tudo isto pode gerar a justiça pelas próprias mãos, que não dará nada também, mais vai trazer um desequilíbrio na Ordem. Pois, uma pessoa que aprende a matar, geralmente deixa de acreditar nas leis e se torna não um conspirador, mas uma vítima da ineficiência da justiça. Que não lhe vingou, usando a lei. Já o promotor que tem o papel de fiscalizar a justiça, mas fecha os olhos para isso, também é um conspirador.
Porém, isto só é uma superficialidade visível, pois, como explicar o relato que por coincidência escutei involuntariamente numa fila de um banco entre um suposto estagiário de um Tribunal de Justiça e um provável conhecido dele. O estagiário comentava que havia tecido acórdãos e decisões judiciais! Pois, segundo o comentário, um professor Doutor Juiz Federal de Direito solicitou na sala de aula onde ele cursava Direito que seus alunos fossem voluntários para “analisar” e darem pareceres sobre alguns processos (só 70) dois para cada um da turma, fora a outra turma, isto enquanto ele esteve na academia. Resumindo, comentava o desconhecido, que ao verificar e se deparar com uma decisão deste mesmo juiz em um caso futuro a esta situação descrita, descobriu surpreso que era a decisão tecida por ele no suposto trabalho. Curioso com tal acontecimento foi verificar outras decisões, descobriu que todos os processos analisados pelos seus colegas de classe tinham como resultado, a decisão tecida na academia.
Diante desse exemplo de irresponsabilidade eu questiono, e a decisão de um aluno que fez de qualquer jeito simplesmente para tirar nota. Mas que valeu oficialmente. Foi justa? Prejudicou quantos? E a jurisprudência daquela decisão que corre nos tribunais?  
Como conseguir entender as motivações para decair em ganância e corrupção quem possui cargo vitalício, bom salário, respeito social, estudo, bom convívio social e sabedoria? Que procedimento de recuperação necessitaria alguém assim? Será que só a foice do anjo da morte o perdoaria? E os outros que vivenciaram a ação do anjo, porque continuam no lado obscuro da sociedade? Qual é o segredo, a verdadeira verdade que estão protegendo? Não há explicação plausível. Espero que um dia exista, pois, a Teia não pode ser eternamente regada de sangue, para punir e ser exemplo.    
Já quando nos reportamos aos políticos corruptos ocorre o mesmo raciocínio no contexto do funcionalismo público, verificamos que suas ações conspiram gravemente contra a Ordem, pois recursos desviados por eles estagnam setores da administração pública específicos e necessários a sobrevivência e ao desenvolvimento de um povo. Pois, quando o homem passou seus diretos de auto-proteção e de sobrevivência para a supervisão do Estado, ele quis dar forças a uma entidade que conseguisse impedir a possibilidade da ação humana do mais forte sobre o mais fraco, da auto-justiça,... que se configuram na ideia de que “o homem, é o lobo do homem”, encontrada na Teoria do Contra Social de Thomas Hobbes.
Nesta contextualização verifica-se que por causa de uma ação desonesta de um político, pessoas morrem, a economia para, a ordem social vira um caos, as pessoas ficam ignorantes por falta de Educação, a poluição corrói a saúde, crescimento desordenado das cidades, o crime organizado ganha força, o terrorismo surge como reação, doutrinas extremamente radicais renascem ou surgem,... em consequência disso, que acaba sofrendo, é o homem de bem, tanto em sua evolução quanto no seu bolso.   
Porém, foi nesta perspectiva que vi que quem faz o político desonesto, não é o próprio político apenas, mas tem colaboração do povo leigo e ganancioso. Por quê?
Se trabalhar com o princípio de que o político não é um “ser alienígena”, que desce do céu e assume o poder. Sem muito esforço se chega a conclusão que o fulano saiu da sociedade. Sociedade esta formada por pessoas, como eu e você. Sendo assim, quem coloca o governante no poder a princípio somos nós. De onde sai o governante? Sai da sociedade. Sendo assim, por mais boa vontade e honestidade que este possua, o povo consegue corrompe-lo. Eis que não importa a classe. Em época de política, grande parte da sociedade, vira mendiga, e não deixam em paz os candidatos. Pedindo, desde água-ardente até privilégios ou facilidades para suas empresas. Resumindo, se um candidato não cede, outro cede.
Isto me fez contemplar uma consideração plausível, de que é fácil reclamar do governante e dizer que ele não presta. Porém, é difícil de enxergar que um dia ele saiu do meio de nós, que reclamava das mesmas coisas, mas que para chegar ao poder, sofreu uma forja de interesses. Sendo que os responsáveis pela forja deste que nos representa no poder, fomos nós mesmos. É por isto que existe um ditado que cita que cada povo tem o governante que merece.
Mas o ser que é consciente, por que tem que aceitar isto. Por que esta numa Democracia? Ou seja, o poder e a sua sustentação, se manifesta nos mecanismo que melhor mantenha calmo a população. A Democracia, se forja nas promessas e nas ações estrategicamente políticas e também na politicagem. 
Mas culpar um político por estes sintomas é complexo. Pois, as vezes o Estado sofre a consequência de administrações anteriores e os políticos que administram no presente, sofrem a culpa, as vezes sem ter. Ou sofrem ataques da mídia corrompida,...
Estas concepções devem ser observadas, porque o mundo da política possui infelizmente um lado muito sujo, carregado de intrigas e planos para se destruir a imagem de pessoas políticas..., promovidos por outros seres, que desejam estarem no lugar de quem pretendem derrubar. Mas não para mudar as coisas, mas para mantê-las do mesmo jeito, no contexto de um novo cenário.    

Já os servidores públicos não citados e comentados, são aqueles que fazem parte da estrutura do Estado, vai desde o faxineiro até ao Secretario ou Ministro. Eles foram lembrados e também são passivos de responsabilização pelo ato de corromper a sociedade, porque é muitas vezes por eles que se processam os desvios de verbas, é através deles que se fazem trocas de favores que beneficiam particulares e não toda a população. É através deles que pode se iniciar os sintomas de câncer na sociedade. 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Que diferença faz?

Que diferença faz?

Poluição visível,
Poluição invisível.
Que diferença faz,
Em um mundo sem paz?

É a poluição,
Unida com a superpopulação.
O resultado é o caos e a devastação,
Com demorada solução.

O homem é um predador,
Que faz da dor,
Uma lucrativa fonte de sabor,
Sem escrúpulos e temor.

Hoje querem salvar o mundo!
O que se esconde bem lá no fundo?
Quem vai lucrar?

E de que forma iremos pagar?

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:
http://www.issuu.com/kotovski/docs/reflexos_de_muitos_momentos

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Descrevendo o mundo atual

Descrevendo o mundo atual

Eu queria escrever sobre a beleza,
Que observo na natureza,
Mas infelizmente só capto sua tristeza.

Queria passar o sabor da alegria,
Mas só descrevo a agonia,
De um poluído cotidiano dia.

Tento me inspirar no amor,
Mas minha leitura é de uma profunda dor,
Que se expressa em catástrofes ambientais,
Resultado de cenários artificiais.

Na verdade eu apenas descrevo o mundo natural,
Corrompido pelo mundo artificial.
Faço um relato para o futuro,

De um mundo que um dia foi puro.

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:
http://www.issuu.com/kotovski/docs/reflexos_de_muitos_momentos

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Visões presentes. Perspectivas futuras?

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:
http://www.issuu.com/kotovski/docs/reflexos_de_muitos_momentos


Visões presentes.
Perspectivas futuras?

Vejo o mundo rapidamente mudar,
Chegando ao ponto de ficar difícil imaginar.
No que ele vai se transformar.

Vejo ele ficar nocivo para a humanidade,
Impondo uma contraditória realidade,
Desprovida de piedade.

O homem parece querer assim,
Caminhando rapidamente para o fim,
Para a sua própria extinção.
Já que não controla sua própria ação.

Que perspectiva de futuro assustador,
Que parece só reservar o terror,
Na forma da fome, doença e violência,

Causado pela poluição, devastação e a má convivência.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Lágrimas ácidas.

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:
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Lágrimas ácidas. 

O choro da Natureza,
É carregado de tristeza.
São lágrimas que corroem,
E por onde escorrem, destroem.

Parecem lágrimas de ódio.
Com um objetivo próprio.
Fruto da poluição atmosférica,
Que atinge toda a biosfera.

Chuva ácida mortal,
Que rompe o ciclo vital.
Poderia ser evitada,
Se as pessoas fossem conscientizadas.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:
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O canto da resistência.

Os cantos dos pássaros,
São momentos raros,
Que desperta harmonia,
Nesses estressantes dias.

Um pássaro que canta,
Parece que o mal espanta.
Pois traz uma sensação de paz,
Mesmo na tormenta mais voraz.

Os pássaros representam a última resistência,
Contra a humana imprudência,
Que produz uma sonora poluição,
Que corrompe a saúde da população.

Enquanto se escutar,
Um pássaro cantar,
Ainda é possível o mundo salvar,
Caso contrário, só se poderá rezar.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Conselheira do progresso.

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:

Conselheira do progresso.

Escrever sobre a Ecologia,
Não é propor mais uma ideologia,
Mas é escrever sobre a conscientização,
Guiado pelo coração e a razão.

A razão de sobreviver,
É o sentimento que nos faz proteger,
A provedora dos elementos naturais,
Que para nós, são vitais.

Usufruir sem destruir.
Como isto conseguir?
Temos já as respostas,
Mas temos intenções opostas.

Atitudes ecologicamente corretas,
Versus intenções incertas.
É por isto que existe a Ecologia,
Para aconselhar a tecnologia.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Progresso consciente

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:
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Progresso consciente

Defender a natureza,
Não é ser inimigo do progresso.
É sim afastar a incerteza,
Do falso desenvolvimento que gera o regresso.

Exploração, plantações e construções mal planejadas,
Não gera as condições sonhadas,
Por aqueles que buscam melhores condições e qualidade,
Para a humanidade.

Pesquisar e planejar é fundamental,
Para não afrontar o equilíbrio ambiental.
É evoluir com consciência,
Diminuindo os riscos das naturais consequências.

Progresso consciente,
Não deixa o planeta doente,
Mas qualifica a evolução,
Da terráquea população. 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

A praga sem hospedeiro

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:
http://www.issuu.com/kotovski/docs/reflexos_de_muitos_momentos

A praga sem hospedeiro

Ontem poluíram os rios e mares,
Hoje falta água e peixe em muitos lares.
Ontem poluíram o ar,
Hoje falta oxigênio para respirar.
Ontem exterminaram muitos vegetais,
Hoje os cenários climáticos não estão mais normais.
Ontem exploraram o subsolo sem nenhuma preocupação,
Hoje o solo não gera mais pão.
Ontem caçaram diversos animais,
Hoje só os vemos em fotos, livros e arquivos digitais.
Ontem não reciclaram o lixo produzido pela população,
Hoje é um grande agente de contaminação.
Ontem o homem teve a chance de evitar seu destino derradeiro,
Hoje ele é uma praga sem hospedeiro.
Porque ontem ele tinha um planeta para desfrutar,
Mas hoje o planeta não serve mais para ele morar.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Aquecimento global

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:

Aquecimento global

O planeta está esquentando,
E o ser humano continua condenando.
Sua própria existência,
Devido sua predadora eloquência.

O homem conseguiu alterar o clima mundial,
Gerando consequências para o mundo vegetal e animal.
Ecossistemas estão morrendo,
Outros aparecendo.

Tempestades e furacões,
Agora partem em outras direções,
As calotas polares estão derretendo,
E desertos estão aparecendo.

E o mundo capitalista olhando,
Pouco se preocupando,
Pois até com isso estão lucrando,
É a espécie humana se degradando. 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:


Objetos sem utilidade

Existem objetos que são essenciais,
Outros possuem funções especiais.
Já alguns podem ser dispensáveis,
Mas são raros os indispensáveis.

Porém existem objetos sem nenhuma função,
O que levanta uma importante questão:
Por que gastar recursos naturais com coisas sem utilidades,
Só para conseguir lucratividade?

O problema que estes produtos,
São comprados por impulso,
Por pessoas que se iludem com o luxo.

Recursos naturais desperdiçados,
É o destino do planeta sendo desgraçado.
Quando as pessoas entenderão o que está sendo observado? 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

DENGUE

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:
Dengue

Doença que é o símbolo da irresponsabilidade,
De pessoas que moram no campo e na cidade,
Que não seguem regras básicas,
Que evitariam situações trágicas.

É um problema social,
Onde todos conhecem este mal.
Que a água parada pode causar,
Já que é o lugar que o vetor pode se propagar.

O mosquito transmissor,
É pequeno, mas traz o terror.
Pois carrega a morte,
Mesmo para o homem mais forte.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Rio não é esgoto!

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:

Rio não é esgoto!

Em pleno século vinte e um,
É ainda comum,
Ver rios serem poluídos,
Por esgotos e outros resíduos.

Se fosse falta de informação,
Até poderia ser explicada tal situação.
Mas o que falta é uma real conscientização,
Da global população.

Pois as pessoas sabem que o que fazem é errado,
Porém continuam fazendo como se ninguém tivesse os alertados,
Tornando a situação ainda mais complicada,
E difícil de ser controlada.

Rio não é esgoto,
E não é bobagem o que foi exposto.
Pois a preservação das águas fluviais,
É o dever mais pétreo entre as leis vitais.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Por que conservar o mundo?

Poesia extraída do capítulo III da obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço:

Por que conservar o mundo?

O mundo é como o nosso lar,
O mesmo que lutamos para conquistar,
O mesmo que se dedicamos a conservar.

O mundo é a nossa moradia,
Onde passamos protegidos dos adventos dos dias.
A mesma que fazemos a manutenção,
Melhorando seu conforto para uma melhor vital condição.

O planeta é a nossa residência,
A mesma que nos abriga e mantêm nossa vital existência,
A mesma que protegemos contra atos de vândalos e outras incoerências.

Logo destruir o planeta,
É como ser um vândalo destruindo o nosso próprio lar.
Esta é a faceta,
De quem não entendeu a ideia do ato de conservar.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Civilização predadora


A poluição e a depredação,
São as marcas negativas da nossa civilização,
Que age consciente de sua ação,
E sofre com a natural reação.

Somos animais racionais,
Que desrespeitam regras naturais,
Que são requisitos vitais,
Para a sobrevivência de outros animais e vegetais.

Existem humanos com certa consciência,
Mas que vivem em um sistema sem coerência,
Que transforma em demagogia,
Qualquer ecológica ideologia.

O homem é um voraz predador,
Quando deveria ser o protetor,
Deste planeta dadivoso,
Que sofre como um leproso.


Poesia extraída do capítulo III da  obra "Reflexos de muitos momentos" que pode ser lidas no endereço: